INTERNACIONAL

Pompeo condena Biden por chamar o genocídio uigur de “norma cultural”

Mike Pompeo, ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, condenou os comentários do atual presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sobre os abusos de direitos humanos sofridos por muçulmanos uigures na China, quando em entrevista à CNN durante esta semana, ele pareceu justificar os fatos referindo-se para eles como diferentes “normas” culturais.

“Portanto, a ideia de que não vou falar abertamente contra o que Xi Jinping está fazendo em Hong Kong, o que está fazendo com os uigures nas montanhas do oeste da China e Taiwan tentando acabar com a política de uma única China fazendo isso coercivo”, disse Biden durante a entrevista e, acrescentou: “Culturalmente existem normas diferentes em cada país e espera-se que seus líderes as sigam”.

Pompeo discorda. Segundo ele: “Não se trata de culturas ou normas diferentes. Esta é uma violação profunda dos direitos humanos”, disse Pompeo, contradizendo o presidente Biden.

Pompeo até mesmo apontou que o atual secretário de Estado Antony Blinken concordou com a classificação do governo Trump do tratamento dado pelo regime chinês aos uigures étnicos como “genocídio”.

Outras vozes também se juntaram ao repúdio de Pompeo às declarações do presidente Biden, como é o caso do jornalista da rede One America News, Jack Posobiec, que assegurou que esta parte do discurso de Biden é propaganda do Partido Comunista da China (PCC).

“Joe Biden acabou de dizer que o genocídio uigur é apenas uma norma cultural chinesa e lembrou aos americanos que a China já foi vítima do Ocidente no passado. Essas são linhas de propaganda direta do PCC”, postou Posobiec.

*Com informações da Bles

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